Nos últimos anos, um dos segmentos imobiliários que mais se valorizou foi o comercial. Este crescimento se justifica pelo aumento da demanda e pela escassez de modernos e bem localizados empreendimentos no mercado.
O ponto comercial, local onde o empresário vende seus produtos ou presta seus serviços, constitui parte dos ativos da empresa - conjunto de bens físicos (vitrine, produtos, equipamentos), ou intangíveis (nome, marca, patentes) - que compõem o valor total do negócio.
Todos os dias com ou sem crise econômica observam-se novos comércios sendo abertos ou fechados. Existem diversos fatores que influenciam o sucesso ou fracasso de uma empresa, e sem dúvida, o planejamento é um deles. Neste quesito, as definições que envolvem o ponto comercial é de grande importância e influência neste desempenho.
Além de verificar as condições de conservação do imóvel a ser comprado ou alugado, deve-se se atentar se o imóvel encontra-se em dívidas com bancos/governo/impostos; se o zoneamento permite a atividade a que se destina, se a localização é de fácil acesso, se possui estacionamento (se não no local, próximo, ou se é permitido estacionar na rua), se esta localização é na região que seu público-alvo frequenta. E ainda no caso de bares, restaurantes, farmácias, clínicas, é necessário também um alvará da vigilância sanitária e do corpo de bombeiros.
Marketing auxiliando a Arquitetura
Para definir o tipo e o melhor ponto comercial, deve-se conhecer o público-alvo. É importante saber como ele se comporta, quais suas preferências e principalmente, sua motivação de compra. Com essas informações pode-se então definir a dimensão necessária, localização, se em shopping ou na rua, estilo, e assim determinar possíveis reformas. Seguem 3 tipos de pontos comerciais:
Independente da escolha, alguns outros pontos contribuem para a valorização do ponto comercial. A fachada é o cartão de visita ao negócio. É quando se identifica a marca e o momento em que o possível cliente decide se entrará no comércio ou não. Existem diversas formas de valorizar a fachada, o uso de cores - adequadas ao negócio, volumes, revestimentos diferenciados, etc. A iluminação interna e externa, a segurança, a sonorização (seja barulho interno ou que venha da rua) deve ser controlada, limpeza constante externa e interna, e a manutenção como um todo do local.
Com o crescimento do negócio, este ponto pode se tornar ainda mais valioso, pois os clientes e a vizinhança já o conhecem, se acostumam com sua localização, e pode até virar ponto de referência.
Chegar neste patamar não é tarefa fácil, mas com bom planejamento é possível, e o valor do ponto comercial, muitas vezes é o seu negócio que determina.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Os Desafios da Arquitetura Corporativa
Muitas pessoas desconhecem ou tem dúvidas sobre o que é realmente arquitetura corporativa.
A arquitetura corporativa tem diversos papéis, engloba o projeto do edifício - hoje com novas necessidades como estrutura e componentes com tecnologia "verde", logística mais eficiente, segurança, acessibilidade, etc. - a conhecida elaboração estética, decoração e lay-out dos ambientes de trabalho, e o principal desafio: criar ambientes funcionais adaptados às necessidades de cada empresa, possibilitar agilidade nos processos, comunicação eficaz e alta produtividade.
Com este papel, a arquitetura influencia até os resultados financeiros e operacionais de uma empresa, pois ambientes confortáveis, agradáveis, bem pensados e executados refletem na produtividade e no comportamento de seus ocupantes.
Como ilustração, como você se comportaria ao visitar um formal escritório de advocacia? E uma grande indústria? E uma agência de publicidade? Mesmo que você esteja sozinho(a) nestes ambientes, apenas a disposição destes é suficiente para influenciar se você se comportará de maneira mais despojada ou inibida.
Hoje com as mudanças de mercado, há uma grande preocupação com o elemento humano, pois este se tornou peça fundamental no desempenho das empresas e não mais uma peça de produção. Além disso existem as leis, normas regulamentadoras, de segurança, sinalização, etc. Tudo isso integrado ao perfil da empresa/cliente é o que criará a personalidade do ambiente.
Seguem alguns pontos fundamentais da arquitetura corporativa:
Materiais: diferenciados, simples ou sofisticados, cores, qualidade que favoreça a manutenção, e em alguns casos possibilitar a reversão de ambientes para diferentes necessidades.
Conforto ambiental: climatização, iluminação eficaz, acústica adequada, infra-estrutura que permita receber diversos tipos de cabeamentos sem atrapalhar o ambiente de trabalho, elétrica planejada, ergonomia no mobiliário, limpeza do ambiente, etc.
Valores: Algumas empresas investem no projeto arquitetônico para que funcionários e clientes tenham a impressão imediata de seus valores refletidos no ambiente, como: transparência (no desenvolvimento de suas atividades), inovação e tecnologia, seriedade, etc. Materiais, cores, iluminação e objetos devem refletir estas características.
A arquitetura corporativa tem ultrapassado a definição de apenas transformar ambientes. Nos espaços projetados, os valores, missão e visão das empresas são integrados através da arquitetura, e realçados por suas cores e logomarcas, como mensagem cognitiva para atingir metas e resultados de mercado.
A arquitetura corporativa tem diversos papéis, engloba o projeto do edifício - hoje com novas necessidades como estrutura e componentes com tecnologia "verde", logística mais eficiente, segurança, acessibilidade, etc. - a conhecida elaboração estética, decoração e lay-out dos ambientes de trabalho, e o principal desafio: criar ambientes funcionais adaptados às necessidades de cada empresa, possibilitar agilidade nos processos, comunicação eficaz e alta produtividade.
Com este papel, a arquitetura influencia até os resultados financeiros e operacionais de uma empresa, pois ambientes confortáveis, agradáveis, bem pensados e executados refletem na produtividade e no comportamento de seus ocupantes.
Como ilustração, como você se comportaria ao visitar um formal escritório de advocacia? E uma grande indústria? E uma agência de publicidade? Mesmo que você esteja sozinho(a) nestes ambientes, apenas a disposição destes é suficiente para influenciar se você se comportará de maneira mais despojada ou inibida.
Hoje com as mudanças de mercado, há uma grande preocupação com o elemento humano, pois este se tornou peça fundamental no desempenho das empresas e não mais uma peça de produção. Além disso existem as leis, normas regulamentadoras, de segurança, sinalização, etc. Tudo isso integrado ao perfil da empresa/cliente é o que criará a personalidade do ambiente.
Seguem alguns pontos fundamentais da arquitetura corporativa:
Materiais: diferenciados, simples ou sofisticados, cores, qualidade que favoreça a manutenção, e em alguns casos possibilitar a reversão de ambientes para diferentes necessidades.
Conforto ambiental: climatização, iluminação eficaz, acústica adequada, infra-estrutura que permita receber diversos tipos de cabeamentos sem atrapalhar o ambiente de trabalho, elétrica planejada, ergonomia no mobiliário, limpeza do ambiente, etc.
Valores: Algumas empresas investem no projeto arquitetônico para que funcionários e clientes tenham a impressão imediata de seus valores refletidos no ambiente, como: transparência (no desenvolvimento de suas atividades), inovação e tecnologia, seriedade, etc. Materiais, cores, iluminação e objetos devem refletir estas características.
A arquitetura corporativa tem ultrapassado a definição de apenas transformar ambientes. Nos espaços projetados, os valores, missão e visão das empresas são integrados através da arquitetura, e realçados por suas cores e logomarcas, como mensagem cognitiva para atingir metas e resultados de mercado.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Apartamento decorado Ed. Recanto dos Cedros
A D2C Arq&Mkt entregou no mês passado o apto. decorado do Ed. Recanto dos Cedros, lançamento da KS Construtora em Hortolândia/SP.
O empreendimento de 72m2 mostrou seu potencial ao ter mais de 60% de suas unidades vendidas em 20 dias de comercialização.
Abaixo disponibilizamos algumas fotos do decorado, onde executamos a obra e a decoração de interiores.
O empreendimento de 72m2 mostrou seu potencial ao ter mais de 60% de suas unidades vendidas em 20 dias de comercialização.
Abaixo disponibilizamos algumas fotos do decorado, onde executamos a obra e a decoração de interiores.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Tempo de renovação
Faz já um certo tempo que estávamos ausentes, e apesar de justificável, não significa que estávamos parados.
Como consta em uma das definições do dicionário Aurélio, renovar é "mudar ou modificar para melhor".
Tendo essa frase como princípio, a D2C Arq & Mkt nestes últimos meses mudou.
Mudamos de sede, mudamos alguns parceiros, e mudamos nosso site; que aliás, convidamos você para visitar o novo site e enviar sua opinião, sugestões ou pontos de melhoria:
Como consta em uma das definições do dicionário Aurélio, renovar é "mudar ou modificar para melhor".
Tendo essa frase como princípio, a D2C Arq & Mkt nestes últimos meses mudou.
Mudamos de sede, mudamos alguns parceiros, e mudamos nosso site; que aliás, convidamos você para visitar o novo site e enviar sua opinião, sugestões ou pontos de melhoria:
Assim como esta ausência se transformou em nova presença, estaremos presentes semanalmente com novos textos sobre o mercado, tendências e novidades.
Esperamos que você renove a participação em nosso blog, mas desta vez, e ainda segundo o dicionário Aurélio, com o significado de "repetir, reiniciar."
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Edifício do Povo - Shangai
Dois corpos arqueados emergem - um do solo, outro da água - em direção ao céu, unindo-se no topo e fundindo-se num monumental edifício único de formas arrojadas, semelhante a um tubo de aço perfurado e dobrado por uma força imensa. O seu perfil sugere o caracter do alfabeto chinês que significa "pessoas". Assim é o Edifício do Povo da Expo 2010, em Shanghai, na China.
O Edifício do Povo (nome de código: REN) é um projeto de um grupo de arquitetos e designers dinamarquês chamado BIG (Bjarke Ingels Group). A forma peculiar deste edifício não é gratuita e comporta, na perspectiva da filosofia oriental, um simbolismo que vai além da semelhança com o sinal caligráfico com o qual se identifica. Assim, o corpo que emerge da água é dedicado a atividades de cultura física e esportiva, etc.; já o corpo emergente da terra tem como destino atividades de "enriquecimento espiritual" - centro de conferências e outras. No ponto de encontro, onde o edifício se torna um só, situa-se um hotel de 1000 quartos!
São 250.000m² de área construída, e como segue a tradição do design escandinavo, é inovador, limpo e marcante.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Campinas é a região que mais recebe gente de fora
Bruno Paes Manso - O Estado de S. Paulo
Entre as três regiões metropolitanas do Estado de São Paulo, a de Campinas foi a que mais cresceu. Nesta década, os 19 municípios da região tiveram um saldo anual de 23.632 migrantes. Crescimento parecido já era anotado na década anterior, quando chegaram à região 26.433 pessoas por ano.
"Existem dois motivos principais que ajudam a entender esse crescimento", explica o secretário de Desenvolvimento e Gestão Metropolitana do Governo do Estado, Edson Aparecido. "Uma delas está relacionada ao dinamismo da região, que ampliou o Aeroporto Viracopos e recebeu novas indústrias na área. A segunda explicação se relaciona às proximidades com a Região Metropolitana de São Paulo. Muitos preferem trabalhar em São Paulo e morar em uma cidade próxima.
"Cidades médias. O município de Indaiatuba foi o que registrou o maior saldo de migrantes na década passada, recebendo 3.806 pessoas por ano. Foi seguida por Campinas (saldo de 2.941) e Paulínia (2.251). Cidades como Valinhos e Vinhedo, que passaram a receber grandes condomínios de moradores vindos da capital paulista, também registraram aumento no saldo migratório. A única cidade que perdeu migrantes foi Santa Bárbara d"Oeste (-300).
Aparecido avalia que os resultados das pesquisas da Fundação Seade evidenciam uma tendência que já vem sendo demonstrada em estudos feitos pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa). Trata-se do crescimento das cidades médias no Estado, como são os casos de Limeira, Americana, São Carlos, Jundiaí, Sumaré e Araraquara, para citar alguns exemplos.
Tanto as grandes como as pequenas cidades têm perdido população. "Está havendo uma reorganização produtiva no Estado. Vejo os resultados como positivos, porque mostram descentralização dos investimentos que antigamente ficavam concentrados na capital. O governo do Estado está atento a essas transformações", diz Aparecido.
(O Estado de S. Paulo, Cidades, 20/04/11)
sábado, 28 de maio de 2011
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