Acessem o link para verem fotos da primeira loja da Havaianas no Brasil, em São Paulo, projetada por Isay Weinfeld.
A loja tem uma atmosfera informal, totalmente aberta para a rua, quase como uma extensão da calçada, sem portas ou janelas, com muita luz natural e verde, bem causal como a marca.
http://www.plataformaarquitectura.cl/2009/09/02/tienda-havaianas-isay-weinfeld/
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Havaianas entra no segmento de tênis
Vocês já viram o produto? Não é imitação. É diferente. Como os últimos modelos das sandálias, é estiloso, busca um consumidor mais voltado à moda. Não concorre diretamente com ninguém. Os tênis deverão acompanhar a linha de bolsas e de meias - que até agora conquistou poucos consumidores.
Esta nova coleção de tênis e sandálias fechadas foi batizada de “Havaianas Soul Collection”.
Esta nova coleção de tênis e sandálias fechadas foi batizada de “Havaianas Soul Collection”.
A proposta é criar uma linha de calçados casuais para homens e mulheres, que transmita o mesmo conceito irreverente, alegre, livre e sensual que as sandálias já possuem.
Segundo a HAVAIANAS a ideia dos tênis e das sandálias fechadas é oferecer uma alternativa aos mercados que consomem as sandálias mas que enfrentam temperaturas em que seu uso não é, exatamente, o mais indicado, como o mercado europeu. Os preços vão entre os 28 e os 55 euros e em breve eles estarão também na loja conceito da marca aqui no Brasil.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
TAM vende passagens nas Casas Bahia de olho na classe média
Os comerciais são sempre musicados. “Em vez de contar, optamos por cantar histórias”, explica Marco Versolato, vp de criação da Y&R.
A Y&R também assina a identidade visual dos novos estandes de venda, os quais serão distribuídos em pontos estratégicos como algumas das lojas da rede Casas Bahia. Para garantir a consistência da comunicação, foi desenvolvido um hotsite com um layout mais didático e de fácil navegação. Nele, também será disponibilizado a Cartilha do Viajante – com dicas práticas para os clientes de primeiro vôo ou passageiros pouco acostumados a voar.
Segundo Manoela, a TAM resolveu atuar em três pontos principais a fim de alcançar as classes emergentes: cultura (divulgando que é possível viajar de avião), acesso (com mais pontos de venda espalhados pelo País) e financiamento. “Neste momento, estamos reforçando os dois primeiros pontos. Em relação ao último, já havia anunciado o parcelamento de passagens em até 48 vezes com o Banco Itaú e o Banco do Brasil e o financiamento de pacotes turísticos, em até 24 vezes, com Caixa Econômica Federal.”
A companhia aérea recorreu às pesquisas realizadas pelo instituto Data Popular para lançar o novo posicionamento. A nova classe média representa hoje 40% da população brasileira. Em 2009, nos voos da TAM foi responsável pela ocupação de 6% dos voos – ante os 2% de 2006. Também no ano passado, em cada dez passageiros, um viajou pela primeira vez de avião.
Ações
A inauguração de franquias da agência de viagens também faz parte do plano da TAM para o varejo. "Nosso plano é ter 200 lojas até 2012", afirmou em nota o vice-presidente comercial e de planejamento da TAM, Paulo Castello Branco. Atualmente, são 72 lojas TAM Viagens. A empresa lançará ainda produtos como o Giro TAM, destinado ao público universitário, que permite fazer, com um só bilhete, três paradas antes de chegar ao destino final.
O plano da TAM contempla canais de relacionamento com os novos públicos, incluindo uma cartilha - online e impressa - destinada aos passageiros que viajam pela primeira vez. "Já oferecemos bilhetes mais baratos em voos fora dos horários de pico e queremos agora expandir o canal de acesso", disse o presidente da TAM, Líbano Barroso.
Segundo estudo do Instituto Data Popular, 10,7 milhões de pessoas deverão realizar sua primeira viagem aérea nos próximos 12 meses - 8,7 milhões deste total, ou 82%, pertencem às classes C e D. Ainda conforme o levantamento, o volume de brasileiros que pretendem realizar ao menos uma viagem por meio de transporte aéreo até julho de 2011 chega a 26,5 milhões de pessoas. Deste montante, 67% estão nas classes C e D.
Esse é um movimento estratégico sem volta, oferecer mais condições às classes C e D para viajarem de avião. E mais, é um momento único, o primeiro vôo de avião. As empresas aéreas deveriam focar em Marketing Experience, pois o primeiro vôo vai ficar para sempre na mente das pessoas. Assim, oferecer novos canais de vendas demonstra duas coisas: a empresa está buscando aumentar a sua taxa de ocupação com novos formatos de vendas e novas capilaridade de presença e atender à um público que não tem costume de viajar de avião e que viram que esse é o momento esperado. Excelente estratégia!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Café com projeto diferenciado
Graças ao uso criativo do vidro, the House Cafe Kanyon do escritório Autoban Architects é uma experiência singular e exclusiva do Kanyon Shopping Mall de Istanbul, Turquia. Esta obra de aço e vidro é como um iglu construído sobre o piso de pedra do shopping snedo o piso interno de madeira de nogueira, que combina com o vidro e promove um ambiente interno quente e aconchegante. A estrutura e as paredes de vidro do the House Cafe criam a sesação de total separação entre o ambiente do restaurante/café e da área de compras.

Arte na favela
"Eu nunca fui a um museu na minha vida, e agora eu estou vivendo em um", disse uma dos moradores da favela Vila Cruzeiro em São Paulo. Os artistas plásticos holandeses Jeroen Koolhaas e Dre Urhahn executam de forma vibrante a arte da beneficência que chamam de "Favela Painting". Koolhaas e Urhahn têm procurado incutir orgulho aos pobres dando a esses bairros uma aparência inteiramente nova e artística.
O time destes artistas vive lá na favela e organiza equipes de cidadãos locais para se juntarem a eles em suas pinturas. Koolhaas e Urhahn propõem pinturas que re-inventam o bairro e os produzem lado a lado com os habitantes locais. Os resultados são absolutamente deslumbrantes, uma colorida mistura de padrões geométricos que transformam o ignorado, o feio em obras de arte nas quais se vive. Aqueles que vivem nesta favela podem se orgulhar de suas casas e sua comunidade, graças ao trabalho de caridade da equi "Favela Painting".
O time destes artistas vive lá na favela e organiza equipes de cidadãos locais para se juntarem a eles em suas pinturas. Koolhaas e Urhahn propõem pinturas que re-inventam o bairro e os produzem lado a lado com os habitantes locais. Os resultados são absolutamente deslumbrantes, uma colorida mistura de padrões geométricos que transformam o ignorado, o feio em obras de arte nas quais se vive. Aqueles que vivem nesta favela podem se orgulhar de suas casas e sua comunidade, graças ao trabalho de caridade da equi "Favela Painting".
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Google Earth e o aquecimento global
Especialistas britânicos em ciências do clima utilizam mapas do Google Earth para “dar uma cara mais humana” para as explicações sobre as mudanças climáticas, apresentando vídeos que mostram as últimas pesquisas científicas sobre seus efeitos. O mapa, apresentado pelos secretários de estado para Assuntos Exteriores, Henry Bellingham e de Mudanças Climáticas, Greg Barker, além do diretor científico do governo do Reino Unido, John Beddington, foi desenvolvido a partir de dados comparados do Centro Metereológica Hadley.
Segundo a nota, o Reino Unido está comprometido “com a manutenção das temperaturas globais o mais baixas possíveis” (o acordo de Copenhague comprometeu os países a limitarem a média global de aumento da temperatura a 2 ºC). De acordo com o ministro de Assuntos Exteriores britânico seu governo pretende ser o mais verde que já existiu. “O mapa do Google Earth apóia nosso compromisso de enfrentar as mudanças climáticas e muito provavelmente esclarecerá ao maior número de pessoas sobre o porquê do governo britânico militar na defesa da transição a uma economia de baixo carbono”, afirmou.
Ed Parsons, do Google, diz que “este é um grande exemplo dos benefícios da utilização das últimas tecnologias da internet para visualizar informações científicas e promover um melhor entendimento do impacto potencial das mudanças climáticas nos seres humanos: tornar possível aos cientistas falar ao público sobre suas pesquisas é uma forma de possibilitar às pessoas compreenderem como é o processo de investigação científica”.
Vicky Pope, do Centro Metereológico, assinalou que “se as emissões de gases de efeito estufa continuarem aumentando, a média global das temperaturas pode elevar em 4 ºC até o final deste século, possivelmente antes de 2060. Este novo sistema de mapas do Google Earth ilustra alguns dos efeitos potenciais de tal aumento, pois usa os últimos registros do clima e efeitos com os quais conta a ciência para evidenciar as consequências da não redução de emissões.”
Leiam mais em: http://ukinspain.fco.gov.uk
Segundo a nota, o Reino Unido está comprometido “com a manutenção das temperaturas globais o mais baixas possíveis” (o acordo de Copenhague comprometeu os países a limitarem a média global de aumento da temperatura a 2 ºC). De acordo com o ministro de Assuntos Exteriores britânico seu governo pretende ser o mais verde que já existiu. “O mapa do Google Earth apóia nosso compromisso de enfrentar as mudanças climáticas e muito provavelmente esclarecerá ao maior número de pessoas sobre o porquê do governo britânico militar na defesa da transição a uma economia de baixo carbono”, afirmou.
Ed Parsons, do Google, diz que “este é um grande exemplo dos benefícios da utilização das últimas tecnologias da internet para visualizar informações científicas e promover um melhor entendimento do impacto potencial das mudanças climáticas nos seres humanos: tornar possível aos cientistas falar ao público sobre suas pesquisas é uma forma de possibilitar às pessoas compreenderem como é o processo de investigação científica”.
Vicky Pope, do Centro Metereológico, assinalou que “se as emissões de gases de efeito estufa continuarem aumentando, a média global das temperaturas pode elevar em 4 ºC até o final deste século, possivelmente antes de 2060. Este novo sistema de mapas do Google Earth ilustra alguns dos efeitos potenciais de tal aumento, pois usa os últimos registros do clima e efeitos com os quais conta a ciência para evidenciar as consequências da não redução de emissões.”
Leiam mais em: http://ukinspain.fco.gov.uk
Especialistas elegem cinco construções dos últimos 30 anos
Na edição do mês de agosto de 2010, a revista Americana Vanity Fair perguntou a 90 especialistas quais seriam as “maiores obras arquitetônicas dos últimos 30 anos”. Com 28 votos, o Museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, foi o grande vencedor, seguido pelo Menil Collection, de Renzo Piano. A lista contou ainda com outras XIX construções tidas como as mais importantes ou memoráveis da arquitetura moderna.
Para o arquiteto e colunista da Architect Magazine, Lance Hosey, a única falha da seleção foi excluir as construções sustentáveis das candidatas. “Até as obras selecionadas de Piano e Norman Foster, arquitetos reconhecidos pela alta performance ambiental, são velhas e das menos ambiciosas. Pelo que eu vi, a sustentabilidade não tem sido o foco da elite da arquitetura”, disse.
Para Hosey, embora as construções verdes tenham-se popularizado com mais intensidade nas últimas três décadas, o fosso entre os padrões de excelência em design e desempenho ambiental pode ser cada vez maior. Pensando nisso, ele decidiu criar sua própria lista das “cinco construções verdes mais importantes desde 1980″.
Para isso, o arquiteto perguntou a 150 especialistas dos Estados Unidos, Europa e Ásia quais seriam os melhores representantes da área. Os selecionados foram:
Para o arquiteto e colunista da Architect Magazine, Lance Hosey, a única falha da seleção foi excluir as construções sustentáveis das candidatas. “Até as obras selecionadas de Piano e Norman Foster, arquitetos reconhecidos pela alta performance ambiental, são velhas e das menos ambiciosas. Pelo que eu vi, a sustentabilidade não tem sido o foco da elite da arquitetura”, disse.
Para Hosey, embora as construções verdes tenham-se popularizado com mais intensidade nas últimas três décadas, o fosso entre os padrões de excelência em design e desempenho ambiental pode ser cada vez maior. Pensando nisso, ele decidiu criar sua própria lista das “cinco construções verdes mais importantes desde 1980″.
Para isso, o arquiteto perguntou a 150 especialistas dos Estados Unidos, Europa e Ásia quais seriam os melhores representantes da área. Os selecionados foram:
- Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis;
- Academia das Ciências da Califórnia;
- Genzyme Center;
- o bairro de BedZED, no Reino Unido;
- Centro Ambiental Philip Merrill da Fundação Baía de Chesapeake.
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